{"id":1663,"date":"2012-09-13T20:54:46","date_gmt":"2012-09-13T23:54:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/?p=1663"},"modified":"2012-09-14T11:35:34","modified_gmt":"2012-09-14T14:35:34","slug":"sobre-o-verao-cenico","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/2012\/09\/sobre-o-verao-cenico\/","title":{"rendered":"SOBRE O VER\u00c3O C\u00caNICO"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\" align=\"CENTER\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: medium;\">projeto de populariza\u00e7\u00e3o do teatro do governo da bahia<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\" align=\"CENTER\">a funda\u00e7\u00e3o cultural do estado da bahia, no ver\u00e3o de 2011\/12, construiu um projeto de populariza\u00e7\u00e3o do teatro. o teatro vila velha n\u00e3o entrou porque n\u00e3o concordou com o formato, especialmente por causa da obrigatoriedade de vender ingressos a um real. nos posicionamos contra porque sab\u00edamos que ter\u00edamos uma queda de bilheteria, como tivemos.\u00a0a pedidos, este documento foi enviado para a diretora geral e a de teatro da funceb.<\/p>\n<div id=\"attachment_1664\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/2012-DR\u00c1CULA-3-foto-felipe-oliveira.jpeg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1664\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-1664\" title=\"foto- felipe oliveira\" src=\"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/2012-DR\u00c1CULA-3-foto-felipe-oliveira-300x199.jpg\" alt=\"foto- felipe oliveira\" width=\"300\" height=\"199\" srcset=\"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/2012-DR\u00c1CULA-3-foto-felipe-oliveira-300x199.jpg 300w, http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/2012-DR\u00c1CULA-3-foto-felipe-oliveira.jpeg 800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1664\" class=\"wp-caption-text\">foto- felipe oliveira<\/p><\/div>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">\u00c9 sabido que me posicionei contra o projeto VER\u00c3O C\u00caNICO, da Funda\u00e7\u00e3o Cultural do Estado da Bahia em 2011\/12. N\u00f3s, do Teatro Vila Velha, j\u00e1 realizamos h\u00e1 mais de 12 anos o AMOSTR\u00c3O VILA VER\u00c3O \u2013 criado para a sobreviv\u00eancia do teatro durante a esta\u00e7\u00e3o onde aparentemente todos querem festa e alegria, como se teatro n\u00e3o fosse isto tamb\u00e9m \u2013 e sentimos o impacto negativo do projeto governamental.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Maria Marighella, nova diretora do Departamento de Teatro da FUNCEB, me pediu um documento em que registrasse minha posi\u00e7\u00e3o para que, devidamente documentada, pudesse ser levada em conta quando da avalia\u00e7\u00e3o e reformula\u00e7\u00e3o do programa. Como ainda n\u00e3o tive acesso aos resultados do Ver\u00e3o C\u00eanico, parto do \u201couvi dizer\u201d&#8230;<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Ouvi dizer que o percentual maior de frequentadores do projeto foi de graduandos, graduados ou p\u00f3s graduados. Se \u00e9 fato, temos confirmado o que j\u00e1 se sabia por outras pesquisas: o barateamento do pre\u00e7o de ingressos ou sua gratuidade apenas incentiva aqueles que j\u00e1 v\u00e3o ao teatro a irem nessas ocasi\u00f5es. Isso pode ter gerado talvez um p\u00fablico n\u00e3o pagante significativo mas que n\u00e3o vai se transformar em pagante. E, se n\u00e3o houver investimento na cria\u00e7\u00e3o deste p\u00fablico, na sustentabilidade das artes, ou seja, no mercado, o Estado ter\u00e1 uma demanda imposs\u00edvel de atender.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">O percentual dos que querem ir mas n\u00e3o v\u00e3o porque n\u00e3o podem pagar dez ou 20 reais (valor m\u00e9dio praticado para os ingressos de teatro) \u00e9 muito pequeno e possivelmente se beneficiou do projeto, aumentando um pouco os n\u00fameros positivos&#8230;<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Mas aqueles que simplesmente n\u00e3o v\u00e3o ao teatro n\u00e3o ir\u00e3o porque \u00e9 barato ou de gra\u00e7a. Porque muitos at\u00e9 podem pagar o quanto se cobra. Pode-se fazer uma pesquisa nos shopping centers da cidade ou nos multiplex que exibem filmes americanos em 3D ou 4D com valores bem superiores \u00e0 m\u00e9dia dos espet\u00e1culos c\u00eanicos ou nos shows de grandes estrelas pop ou do pagode ou entre os foli\u00f5es que pagam altas somas pelos abad\u00e1s de blocos puxados por atra\u00e7\u00f5es midi\u00e1ticas, pra se ter uma ideia a respeito desta pseudo democratiza\u00e7\u00e3o a pre\u00e7os baixos ou de gra\u00e7a.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Esse n\u00e3o p\u00fablico precisa ser incentivado de outra forma a ir ao teatro. \u00c9 preciso primeiro que se valorize o teatro. Depois que se entenda os porqu\u00eas da rejei\u00e7\u00e3o \u00e0 linguagem ou da falta de h\u00e1bito. Quest\u00e3o mais complexa que mexe com cultura, no sentido de identidade, compartilhamento de produ\u00e7\u00f5es simb\u00f3licas, mem\u00f3ria e forma\u00e7\u00e3o; mas tamb\u00e9m com educa\u00e7\u00e3o, no sentido de constru\u00e7\u00e3o de conhecimento e repert\u00f3rio, entendimento de estruturas e linguagens.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Foi feita uma pesquisa com os teatros que n\u00e3o aderiram ao Ver\u00e3o C\u00eanico? \u00c9 preciso uma avalia\u00e7\u00e3o do impacto do projeto e suas consequ\u00eancias no mercado e em toda a rede produtiva das artes c\u00eanicas, n\u00e3o apenas nos espa\u00e7os e eventos do projeto. Para sabermos se vale a pena ser repetido.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: x-small; font-family: Arial, sans-serif;\">J\u00e1 existem programas na mesma dire\u00e7\u00e3o sendo executados com sucesso pela iniciativa privada. Por exemplo: o Amostr\u00e3o Vila Ver\u00e3o, para ficar apenas com o do Vila Velha. Apesar de ter sido um per\u00edodo at\u00edpico por causa da greve dos policiais e dos transportes, ainda assim \u00e9 poss\u00edvel uma avalia\u00e7\u00e3o. Fizemos e n\u00e3o foi boa. Houve uma queda de p\u00fablico. Especialmente nos dias da semana em que havia espet\u00e1culos do projeto gratuitos ou a um real.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Suponhamos agora que o Vila abra m\u00e3o de seu Amostr\u00e3o para aderir ao Ver\u00e3o C\u00eanico. Podemos imaginar: mesmo que fosse contra nosso princ\u00edpio de \u201cn\u00e3o darmos de gra\u00e7a a \u00fanica coisa que temos para vender\u201d, mesmo sendo uma interfer\u00eancia na cultura do Vila, talvez aumentasse o p\u00fablico n\u00e3o pagante, como \u201couvi dizer\u201d aconteceu em outros teatros e ficar\u00edamos com uma bilheteria ou o abono do Estado. Muito bem. Suponhamos ent\u00e3o que o pr\u00f3ximo Governo n\u00e3o queira ou n\u00e3o possa dar continuidade ao programa. Ent\u00e3o a cidade perder\u00e1 dois projetos de populariza\u00e7\u00e3o do teatro. Porque \u00e9 dif\u00edcil se recuperar uma marca da qual se abriu m\u00e3o.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Quando a primeira gest\u00e3o da Cultura do Governo Wagner resolveu incentivar a exist\u00eancia de festivais internacionais promovidos pela iniciativa privada, ao inv\u00e9s de realiza-las no \u00e2mbito de seus \u00f3rg\u00e3os, foi para que pudessem sobreviver \u00e0 descontinuidade administrativa do Estado. O objetivo \u00e9 que esses festivais, apesar de ainda dependerem do apoio governamental, continuem a existir buscando outras fontes de recursos financeiros, outros recursos e outras estrat\u00e9gias. A grande dificuldade para isso \u00e9 n\u00e3o termos ainda um mercado. N\u00e3o temos um p\u00fablico pagante que garanta essa continuidade e, mais que isso, legitime a import\u00e2ncia das artes c\u00eanicas para a sociedade atrav\u00e9s da troca simb\u00f3lica. Ent\u00e3o n\u00e3o temos tamb\u00e9m o consequente interesse de patrocinadores e investidores nelas.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Por outro lado, a pesada campanha publicit\u00e1ria, movida pelo Governo para o Ver\u00e3o C\u00eanico, ainda que supostamente promova O TEATRO BAIANO, deixa de fora tudo que n\u00e3o est\u00e1 no projeto \u2013 que fica sendo ent\u00e3o n\u00e3o teatro ou n\u00e3o baiano? \u2013 E n\u00e3o tem jeito porque, de outra forma, o Governo vai se apropriar indevidamente de uma programa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o conta com o recurso financeiro p\u00fablico. Ou, dito de outra maneira, vai dizer ao contribuinte que est\u00e1 investindo no que de fato n\u00e3o est\u00e1.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Duras decis\u00f5es precisam ser tomadas. Qual o caminho? Reformular o programa, mudar radicalmente ou acabar com ele? Bom, realmente \u00e9 necess\u00e1rio se conhecer e interpretar os n\u00fameros resultantes do projeto em todo o estado ou, pelo menos, na capital levando em conta toda a rede produtiva das artes c\u00eanicas.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Se chamarem apenas os artistas para discutir, n\u00e3o chegaremos muito longe. \u00c9 preciso que se tenha uma vis\u00e3o de rede. As artes do espet\u00e1culo movimentam uma enorme rede criativa, produtiva e econ\u00f4mica de servi\u00e7os, consumo, capital. Portanto essa rede tem que ser estruturada e tornada vis\u00edvel para ela pr\u00f3pria e ent\u00e3o ser consultada, atendida, articulada, fortalecida e poder\u00e1 caminhar sem a depend\u00eancia quase qu\u00edmica do estado. Ou corremos o risco de administrar crises de abstin\u00eancia quando o Governo recua do papel de fornecedor para assumir seu verdadeiro papel.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Creio que talvez o apoio aos teatros para desenvolverem seus pr\u00f3prios programas criativos de populariza\u00e7\u00e3o das artes c\u00eanicas (incluindo a\u00ed circo e m\u00fasica) durante o ver\u00e3o, seria o in\u00edcio de uma mudan\u00e7a. Um programa como o Ouro Negro pode ser o modelo. O cadastramento de entidades capacitadas, uma verba definida a ser distribu\u00edda em patamares de valor, segundo crit\u00e9rios objetivos de pontua\u00e7\u00e3o, como longevidade do projeto, metas a serem alcan\u00e7adas, p\u00fablico a ser beneficiado, se a entidade j\u00e1 recebe ou n\u00e3o verba p\u00fablica para manuten\u00e7\u00e3o do teatro e de suas atividades etc&#8230; Mas, principalmente que seja vetado o ingresso gratuito. Que a previs\u00e3o de arrecada\u00e7\u00e3o de bilheteria seja tamb\u00e9m crit\u00e9rio de pontua\u00e7\u00e3o. Que estrat\u00e9gias para conseguir isso sejam avaliadas.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Deveria haver tamb\u00e9m uma a\u00e7\u00e3o diferenciada para n\u00e3o ficarem fora do programa os teatros governamentais \u2013 teatros do Estado, dos Munic\u00edpios e das Universidades federais ou estaduais que j\u00e1 tem 100% de seus custos de manuten\u00e7\u00e3o garantidos por verba p\u00fablica. Uma ocupa\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria, durante o ver\u00e3o, por produtores ou grupos com programas como os dos teatros particulares, escolhidos atrav\u00e9s de procedimentos semelhantes, tamb\u00e9m fortaleceria a rede.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Talvez assim tiv\u00e9ssemos uma renova\u00e7\u00e3o. Os teatros, centros estruturantes para as artes da cena, e seus gestores seriam parceiros do programa, teriam que lutar por uma boa programa\u00e7\u00e3o, exercendo seus direitos e responsabilidades pela curadoria, teriam que valorizar e se associar a produtores e grupos, teriam que batalhar por p\u00fablico com os artistas e produtores, n\u00e3o s\u00f3 distribuindo convites mas com campanhas eficazes e exemplares de uma verdadeira forma\u00e7\u00e3o de plat\u00e9ias.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"font-size: x-small; font-family: Arial, sans-serif;\">\u00c9 isso que tenho por enquanto. Fico \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o e contem sempre comigo porque sou da \u00e1rea e preciso de pol\u00edticas que me ajudem a sobreviver do que fa\u00e7o. N\u00e3o pelo que fa\u00e7o.<\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">Abra\u00e7os e boa sorte.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">mm<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\">P.S.: Quero lembrar aqui que o <\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\"><em>TCA a 1 real<\/em><\/span><\/span><\/span><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-family: Arial, sans-serif;\"><span style=\"font-size: x-small;\"> n\u00e3o \u00e9 uma campanha de populariza\u00e7\u00e3o, mas um programa de deselitiza\u00e7\u00e3o. Completamente diferente disto tudo. Significa acesso ao Teatro Castro Alves \u2013 teatro governamental que cobra o valor m\u00e9dio de 80 reais por ingresso \u2013 num hor\u00e1rio n\u00e3o competitivo (ainda que possa ser argumentado quanto a isso que normalmente as pessoas n\u00e3o v\u00e3o ao teatro duas vezes no mesmo fim de semana) para uma programa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica: espet\u00e1culos que j\u00e1 fizeram carreira e sucesso na cidade ou que foram exibidos no pr\u00f3prio TCA a pre\u00e7os na faixa mencionada ou de seus corpos est\u00e1veis. Vale salientar tamb\u00e9m que o TCA tem um p\u00fablico que prefere pagar em m\u00e9dia 80 reais para ser visto no hor\u00e1rio em que se paga 80 reais, do que pagar um real e ser visto no hor\u00e1rio de um real.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>projeto de populariza\u00e7\u00e3o do teatro do governo da bahia a funda\u00e7\u00e3o cultural do estado da bahia, no ver\u00e3o de 2011\/12, construiu um projeto de populariza\u00e7\u00e3o do teatro. o teatro vila velha n\u00e3o entrou porque n\u00e3o concordou com o formato, especialmente por causa da obrigatoriedade de vender ingressos a um real.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1664,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4],"tags":[72,22,12,73,302,303,82,20,18,129,109,84,32,76,77,472,64,13],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1663"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1663"}],"version-history":[{"count":6,"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1663\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1670,"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1663\/revisions\/1670"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1664"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1663"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1663"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.marciomeirelles.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1663"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}