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Bando de Teatro Olodum featuring Cabaré de RRRRRaça

Bando de Teatro Olodum featuring Cabaré de RRRRRaça

Matéria Publicada em 2010, na Edição 88, da britanica Rastreamento Magazine, com Texto de Claude Grunitzky e fotografias de Marc Baptiste. Baixar Versão em PDF Bando de Teatro Olodum com Cabaré de RRRRRaça Chica Carelli e Marcio Meirelles, fundadores do Teatro Vila Velha, pavimentar o caminho para um novo tipo

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TER NA PELE A COR DA NOITE

TER NA PELE A COR DA NOITE

escrito por marcio meirelles, em salvador, em 17 de agosto de 2003, para o livro de fotos de sérgio guerra NAÇÃO CORAGEM – publicado pela maianga. posteriormente transformado em canção, com música de jarbas bittencourt, e inserido no espetáculo CABARÉ DA RRRRRAÇA do bando de teatro olodum, e coreografada por

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É PRECISO TER CORAGEM PARA TER NA PELE A COR DA NOITE

É PRECISO TER CORAGEM PARA TER NA PELE A COR DA NOITE

letra de marcio meirelles, música de jarbas bittencourt – esta letra foi escrita inicialmente como poema para o livro de fotos de sérgio guerra: NAÇÃO CORAGEM publicado pela maianga. depois adaptada para canção e inserida em CABARÉ DA RRRRRAÇA do BANDO DE TEATRO OLODUM e coreografada por zebrinha É preciso

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SONHO EM CONSTRUÇÃO – CUIDADO

SONHO EM CONSTRUÇÃO – CUIDADO

Texto escrito em 1999, sobre a montagem de SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO, que estreou no mesmo ano. O processo de montagem era aberto ao público e durante um período foi possível ver a construção do espetáculo.  O Teatro é uma coisa estranha. Não é uma linguagem que resulte

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COMO OS PEITOS DE GAL

Texto escrito em Salvador, em 26 de fevereiro de 1997, a partir do convite de Zé Celso Martinez Correia para a participação do Bando de Teatro Olodum no espetáculo As Bacantes.   O Bando de Teatro Olodum foi criado em 1990 através de uma oficina. A idéia era que a

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MÁRIO PARA SEMPRE

MÁRIO PARA SEMPRE

Texto de Marcio Meirelles, publicado na coluna Abridor de latas, no A Província da Bahia (Ano I – n. 3) em 3 de fevereiro de 1997.   Perdemos Mário. Quando perdemos um ator como Mário Gusmão, além dele, perdemos todos os personagens que fez. E, pior, perdemos todos os personagens que

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